Cavalo Bravo Reserva: A expressão da região do Tejo!

Em 2009 a região do Ribatejo foi rebatizada de Tejo, nome do principal rio local. E a mudança não veio apenas no nome, mas na filosofia de fazer vinhos de qualidade a preços competitivos, chegando para disputar lugar com o afamado Alentejo!

Seu nome, Cavalo Bravo, deriva de uma típica raça local do Tejo, o cavalo lusitano, que além de ser o mais antigo cavalo de sela do mundo é  conhecido por ser utilizado em batalhas desde a época da Grécia antiga.

A tal espécie recebeu em sua homenagem a Feira Nacional do Cavalo, em Golegã, Portugal, que ocorre todo ano durante o período de Novembro.

mapa vinícola de Portugal
Região do Tejo, em Marrom, ao centro de Portugal.

E assim como o temperamento do cavalo é o vinho. Inicialmente bruto, é fácil de ser domado, com seus taninos macios e bem equilibrado com o teor alcoólico. De cor rubi violácea, é feito com Touriga Nacional, Aragonês e Castelão. No nariz, aromas de frutas do bosque e chocolate amargo, gerados pelo estágio de 6 meses em barricas francesas.

Cavalo Bravo Reserva
Cavalo Bravo Reserva

Um curiosidade é a sede do Produtor, a Parras, que possui propriedades e vinhedos espalhados em diversas D.O’s pelas terras lusitanas. A Quinta do Gradil, em Cadaval, foi propriedade de Marquês de Pombal, notório déspota português, que além de protagonista de diversos episódios da história brasileira, foi diretamente responsável pelo crescimento da cidade do Rio de Janeiro: Em 1763, transferiu a capital do Vice-reino do Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro.

Quinta do Gradil
Quinta do Gradil

 

Ficha Técnica

Vinho: Cavalo Bravo Tinto Reserva.
Safra: 2010.
Produtor: Parras
Castas: Touriga Nacional (40%), Aragonês
(40%) e Castelão (20%).
D.O.: Tejo, Portugal.
Grau Alcoólico: 13,5%.
Idade das vinhas: 10 anos.
Colheita: Manual, em Setembro.
Enólogos: Vera Moreira e António Ventura.
Produtividade: 10.000kg/ha
Envelhecimento: 6 meses em barricas francesas.
Notas de Prova: Cor rubi violácea, é feito com Touriga Nacional, Aragonês e Castelão. Aromas de bagas do bosque e chocolate preto, gerados pelo estágio

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